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Baseado em texto de Rodrigo Sarkis

Projeto Zootécnico MMMundial O Mangalarga Marchador de padrão Mundial.

Com o fim da União Soviética em 1991, o Brasil e a China se tornaram os maiores criadores de cavalos do mundo. Ambos tem uma população de cerca de 5,5 milhões de eqüinos. A diferença entre a China e o Brasil é que lá os esportes eqüestres são coibidos (cavalos só podem ser utilizados para o trabalho) e, no Brasil, o hipismo se encontra numa posição invejável: o País foi várias vezes campeão mundial de salto e de pólo e, no adestramento clássico, é a primeira potência da América do Sul.

Mas, em se tratando de eqüinocultura, o Brasil ainda se encontra na posição de país emergente: nenhuma raça brasileira de cavalos se encontra no ‘padrão mundial’ de performance. Todos os eqüinos utilizados por ginetes brasileiros em certames nacionais e internacionais ou são importados, ou são filhos de raças importadas. As raças brasileiras históricas, isto é, os animais que participaram dos últimos 150 anos da expansão política e econômica do País, ainda não foram postas à prova nos esportes praticados no mundo; nem o valente Crioulo, nem o grande Campolina, nem o versátil Mangalarga Marchador, ou o arrojado Mangalarga Paulista, conquistaram uma posição de destaque entre as raças com prestígio mundial de funcionalidade, como é o caso de algumas raças da Europa e dos Estados Unidos.

Entretanto, a eqüinocultura brasileira realizou um feito importante: o Brasil é o maior produtor de cavalos marchadores do mundo, ultrapassando em qualidade e número os animais criados nos Estados Unidos e nos demais países da América do Sul. Juntas, a população de cavalos marchadores das raças Mangalarga Marchador e Campolina somam aproximadamente 400 mil animais – isto sem falar da Piquira e da Campeira, ambas marchadoras.

Temos, portanto, o prazer de apresentar um trabalho zootécnico que vem sendo realizado no Brasil desde 1984 e que está ajudando a produzir uma elite de cavalos marchadores selecionados para a equitação clássica.

O projeto zootécnico chama-se MMMundial – Mangalarga Marchador de padrão Mundial – e o Centro de Treinamento que realiza os testes funcionais dos animais é a Coudelaria Desempenho.

Os trabalhos são coordenados por Bjarke e Mara Rink que fundaram a Coudelaria Desempenho, a Escola Desempenho de Equitação e o Instituto Homo-Caballus. Neste complexo eqüestre que forma a Desempenho, a Coudelaria cria e treina os cavalos, a Escola de Equitação prepara cavaleiros e amazonas e o Instituto Homo-Caballus dá suporte técnico-científico a todo este trabalho de seleção e treinamento de cavalos e cavaleiros.

Para os dirigentes da Coudelaria Desempenho, habituados à metodologia científica, as tradicionais análises genealógicas, pouco precisas e muito folclóricas, não serviram como base lógica para a seleção de animais de alta performance, que está pondo o MMM em confronto direto com animais de outras raças. Foi, portanto, desenvolvido um teste de padrão internacional para medir com objetividade o potencial atlético de reprodutores e reprodutrizes, denominado Teste MMMundial.

Teste MMMundial

 

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