INFORME CIENTÍFICO
Apesar de não existirem estatísticas a respeito, é seguro se afirmar que a cólica é a maior causa mortis, e a
laminite a maior abreviadora de carreiras atléticas entre os eqüinos. Quem vive no mundo do cavalo tem
notícias freqüentes destas lamentáveis ocorrências. O principal gatilho destas patologias mortíferas está na
pressão alimentar a que são submetidos os cavalos atletas. No afã de manter os animais superalimentados para
poderem dar o máximo de si nas suas categorias esportivas, o excessivo aporte alimentar pode comprometer a
capacidade digestiva dos cavalos. Este problema é conhecido no mundo inteiro, mas a ciência ainda não havia
descoberto toda a dimensão das patologias que uma superalimentação pode causar ao super-atleta.
A boa notícia que trazemos para os nossos leitores é que estudos realizados nos Estados Unidos e no Brasil
indicam soluções que podem evitar a maioria das cólicas eqüinas, principalmente as provocadas por impactação
alimentar, as mais graves e freqüentes. O mesmo ocorrendo com a laminite e outras complicações ósseas.
Com as novas descobertas da ciência nas áreas da fisiologia gastrointestinal eqüina a maioria das patologias
digestivas podem ser eliminadas ao mesmo tempo em que o aporte de energia e a qualidade da alimentação dos
animais atletas são aumentados. O espantoso é que isto tudo pode acontecer sem grande modificação no manejo
dos animais e sem o aumento significativo do custo. Em muitos casos o novo conceito alimentar poderá mesmo
baixar os custos e aumentar a qualidade alimentar dos cavalos atletas./font>
Revolução em alimentação Eqüina
Durante os últimos anos avolumaram-se pesquisas que indicam ser a gordura vegetal a mais segura forma de
alimentar cavalos com energia concentrada. A confirmação desta informação representa uma verdadeira revolução
na alimentação eqüina. A revista americana EQUUS publicou um importante artigo de capa que quebra antigos
paradigmas da alimentação eqüina e não deixa dúvidas de que a cólica e a laminte estão com os dias contados
nos haras e complexos eqüestres que implementarem a nova dieta. Diz o artigo:
“Há décadas que criadores e proprietários de cavalos se vêem às voltas com uma grande preocupação pelo fato de
que a maioria dos concentrados modernos —especialmente os compostos com grãos — está muito distante da dieta
que formou o sistema digestivo do cavalo em seus milhões de anos de evolução. É sempre bom lembrar que os
cavalos ancestrais passavam dia e noite pastando em campos cobertos de capim, digerindo lenta e continuamente
forragem de baixo teor de energia. As dietas modernas, que envolvem o abastecimento de energia concentrada,
são sabidamente as causadoras de cólicas, laminites e várias doenças ortopédicas. De que forma estes alimentos
são digeridos e absorvidos pelo cavalo não era bem conhecido. Mas agora isto mudou.
Em meados da década de 1990, novas e revolucionárias pesquisas começaram a oferecer algumas respostas para os
velhos problemas nutricionais do cavalo. Pesquisadores descobriram que as enzimas responsáveis por digerir o
amido, a principal fonte de energia dos grãos, estão limitadas ao intestino delgado do animal. Portanto, se o
cavalo comer grãos em excesso, estas enzimas serão sobrecarregadas e permitirão que os grãos passem para o
ceco e depois para o intestino grosso do animal—os órgãos responsáveis somente por digerem as fibras. Para
digerir o amido, as colônias microbianas de ceco e do cólon passam a produzir altas dosagens de ácido lático
que não somente matam as bactérias que digerem as fibras, mas causam também um desequilíbrio digestivo que
provoca irritações na parede do intestino (inclusive úlceras) e interfere com a digestão das fibras.
Estas novas descobertas provocaram uma série de estudos para a reavaliação de algumas crenças básicas sobre
alimentação eqüina, revela Joe Pagan, PhD em nutrição eqüina e diretor da Equine Research de Kentucky. ‘No
passado demos pouca atenção de onde vinham as calorias’, explica ele. ‘Achávamos que as calorias vinham do
amido dos cereais. Quando os problemas com a digestão do amido foram finalmente documentados nós tentamos
melhorar o amido—com a intenção de favorecer a sua digestibilidade’. As pesquisas continuaram, mas nos últimos
anos os trabalhos têm tomado novos rumos. ‘Agora estamos investigando dietas que simplesmente não contém
amido,’ continua Pagan. E a grande maioria destas pesquisas faziam a seguinte pergunta: Existe maneira mais
segura de se alimentar cavalos? Surpreendentemente a resposta é SIM: gordura vegetal.
Entra em cena a gordura vegetal.
Este crescente volume de pesquisas sugere que a melhor maneira para contrabalançar os efeitos de uma
alimentação “artificial” dos eqüinos modernos é aumentar a proporção de um elemento dietético sem paralelo na
natureza. Pesquisadores estão reconhecendo o paradoxo. ‘O sistema digestivo do cavalo não evoluiu em função de
uma dieta de grãos e nem para uma dieta de gordura’, comenta David Kronfeld do Instituto Politécnico da
Virgínia. Apontando para o fato do capim e do feno conterem apenas cerca de dois ou três por cento de gordura
ele diz, ‘É impressionante que os cavalos possam digerir gordura, até 23% da sua dieta. Talvez a enzima
digestiva lipase aumente depois de alguns dias de exposição a mais gordura como ocorre em outros animais’,
finaliza.
Mas Gary Potter, PhD, professor do Texas A&M, acredita que possa haver tido mais gordura na dieta natural do
cavalo do que pensávamos. Se você olhar a composição do leite de uma égua, a gordura chega a 20%, e os cavalos
na natureza também se alimentam de sementes com alto índice de gordura. ‘Eles não dependem de muita gordura,
mas conseguem efetivamente digeri-la.’ (leia abaixo o estudo realizado no Brasil por Dr. Gustavo
Braune).
E, realmente, o intestino do cavalo é eficiente em digerir gordura do leite, que é composta de moléculas de
glicerol e três ácidos graxos. Ao penetrar no intestino delgado, a gordura é dissolvida por bile secretada
pelo fígado e uma enzima chamada lipase pancreática “quebra” os ácidos graxos em correntes menores, que podem
estar ligadas ou livres do componente glicerol. Cada um desses ácidos graxos tem uma cabeça solúvel em água e
uma cauda solúvel em gordura; eles se unem na forma de esfera com as suas cabeças apontadas para fora,
permitindo que eles escorreguem através do meio-ambiente aquoso do intestino delgado. ‘A ação se assemelha a
botar óleo em água fervente’, diz a nutricionista de eqüinos, Rhonda Hoffman. ‘Depois de passar pelo intestino
delgado, os componentes gordurosos menores são absorvidos diretamente no sistema circulatório, enquanto as
partículas maiores são transportadas através do sistema linfático antes de entrar na corrente sanguínea. A
insulina ajuda a armazenar a gordura nas células adiposas encontradas em vários pontos do corpo; estas células
armazenam a gordura até o momento em que o animal necessita dela para algum exercício prolongado ou período de
fome. Como as pessoas, os cavalos tendem a armazenar gordura principalmente em algumas partes do corpo, como o
pescoço, sobre as costelas, ombros e na inserção da cauda’.
Gordura vegetal, a fonte de energia que protege o trato intestinal do cavalo
A gordura na alimentação do cavalo tem várias vantagens. Além de ser de fácil digestão é uma fonte de energia
mais eficiente do que proteínas ou açúcar, e pequenas quantidades de gordura podem substituir grandes
quantidades de grãos. A digestão de gordura requer menos água, produz menos calor, libera menos ácido e água
nos intestinos, tudo contribuindo para aumentar a performance de cavalos de corrida, salto, adestramento,
rédeas, enduro e concursos de marcha.
Entretanto, a melhor razão para se acrescentar gordura à dieta eqüina é o que acontece quando o cavalo come
demais: ele não sofrerá nenhuma cólica, laminite ou outras conseqüências graves. E isto porque a ingestão de
uma grande quantidade de gordura NÂO prejudica o funcionamento do intestino grosso da maneira que uma
sobrecarga de amido faz. Moléculas extras de gordura simplesmente passam pelo trato digestivo sem ser digerido
pelo intestino grosso e sem desregular a flora intestinal. Desta maneira os cavalos não estão sujeitos ao
entupimento de veias e doenças cardiovasculares agudas que afligem as pessoas e os animais que consomem muita
gordura.
‘Nos últimos oito anos, nós experimentamos várias dietas de gordura vegetal como suplemento alimentar até
dezessete por cento’, informa Hoffman, ‘e até hoje não observamos nenhuma conseqüência negativa’.
Então fica a pergunta – quanta gordura é desejável? Pesquisadores do MARE Center descobriram que cavalos podem
digerir alimentos que contém até 23% de gordura. ‘Você poderá fazer um cavalo comer até 23 por cento de
gordura’ diz Hoffman ‘mas eles aí poderão desenvolver uma aversão ao produto. E isto, evidentemente, não é
bom.”
Farinha de Linhaça Integral, a nobre solução brasileira
Nos Estados Unidos, as primeiras experiências com gordura na alimentação eqüina se limitaram a despejar óleo
de soja ou de milho por cima da ração diária dos animais. No Brasil foi descoberto que para incluir gordura na
dieta do cavalo, o melhor suplemento é a Farinha de Linhaça Integral, que além do alto teor de gordura, é um
poderoso antioxidante, e dos poucos alimentos a oferecer Omega 3 e 6 na sua composição. Dr. Gustavo Braune,
importante estudioso brasileiro de alimentação eqüina, recomenda gordura vegetal na dieta dos eqüinos,
especialmente Farinha de Linhaça Integral. Dr. Gustavo afirma que em todos os casos em que a farinha de
linhaça entrou na dieta dos cavalos o desempenho dos animais melhorou e o custo da alimentação caiu. Uma
inédita combinação de vantagens. Pelos méritos do uso da gordura vegetal, tão bem fundamentados no artigo da
revista EQUUS, percebe-se que uma divulgação apropriada no Brasil também estimularia o consumo da Farinha de
Linhaça Integral com todos os benefícios de performance até mesmo da eliminação das cólicas, laminites e das
manqueiras oriundas dos treinamentos para os concursos de marcha. Farinha de Linhaça Integral é a inteligente
solução brasileira para oferecer gordura vegetal de alta qualidade e baixo custo aos cavalos que precisam
brilhar.
Adote esta revolução alimentar. Mate os hábitos alimentares que podem matar o seu melhor cavalo. A simples
idéia de adicionar gordura vegetal à alimentação eqüina para tornar os animais mais saudáveis — e até evitar a
sua morte — pode demorar a pegar. Mas com o aumento do consumo, as evidências dos efeitos benéficos de uma
dieta incluindo gordura vegetal se avolumam e ignorá-los pode custar caro.
Como comprar Farinha de Linhaça Integral
A semente da linhaça não é digerida se não for quebrada ou triturada. Entretanto é preciso que este processo
industrial seja corretamente conduzido para que o produto não se oxide em pouco tempo A farinha de linhaça
integral é produzida triturando-se a semente da qual o óleo não foi previamente retirado. Por isso é
importante não se confundir com as tortas de linhaça disponíveis no mercado que não contém o óleo. A Farinha
de Linhaça Integral é industrializada no Brasil exclusivamente pela CISBRA no RS, que não a distribui. Para
que os proprietários de cavalos e veterinários possam ter fácil acesso ao produto, a distribuidora de produtos
veterinários Marca Forte www.marcaforterj.com.br está montando uma rede de distribuição nacional da Farinha de Linhaça Integral. Para
comprar basta ligar para o tel(21) 3860.7410 ou 8835.8873 (Jorge Martins). Informações e encomendas também podem ser encaminhada pelo e-mail para comercial@marcaforterj.com.br
Se outros criadores na sua região desejarem comprar Farinha de Linhaça Integral sugira ao seu fornecedor de
produtos agropecuários para assumir a distribuição regional do produto. A compra no atacado e o transporte de
maiores quantidades podem baixar ainda mais o preço.
* Dr. Gustavo Braune é o implantador do método Biológico de manejo eqüino.
A Farinha de Linhaça Integral é recomendada e chancelada por ele.
Como responsável técnico pelo produto ele se dispõem dar esclarecimentos científicos
através do email doutorbraune@yahoo.com.br
Alimentação e Evolução Eqüina
60 milhões de anos percorridos em 30 meses
(Por Dr. Gustavo Braune*)
O cavalo é um reconhecido velocista, mas nada supera a velocidade da sua transformação fisiológica nos
primeiros trinta meses de vida. Um potro ao nascer é praticamente uma cópia do Hyracoterium, o ancestral do
cavalo que viveu há sessenta milhões de anos e que sobrevivia, não de capim, mas de alimentos concentrados:
brotos, sementes, pequenos frutos, folhas aéreas, etc. Até o desmame o potro também vive de alimento
concentrado na forma do leite materno. Mas seis horas após o nascimento o potrinho evoluirá cerca de 30
milhões de anos. Explico: nestas horas cruciais, após ter mamado o colostro rico em globulinas (anticorpos que
são proteínas de alto peso molecular), a mucosa gástrica do potro se fecha e só admite a passagem do estômago
para o sangue de proteínas de cerca de 30-40 mil Dalton. Isso assegura o seu desenvolvimento, já que o ele
garantiu a sua cota de anticorpos para proteger-se, impedindo que microorganismos penetrem na corrente
sangüínea causando doenças. Encontrando as portas da mucosa gástrica fechadas estes microorganismos seguem
para a câmera fermentativa para formar a flora simbiótica do ceco. A partir daí, num ritmo alucinante, o potro
avançará em direção à conformação e à fisiologia final do cavalo moderno. Os marcadores biológicos que
determinam esta evolução milenar estão nas mudas dos dentes incisivos, que vão se definindo como instrumentos
de apreensão do capim; as glândulas salivares que começam a crescer; a glândula tireóide que se coordena com o
trabalho da língua; o estomago, uma das únicas estruturas que pouco crescem, fortifica a sua musculatura e
reduz sua área glandular à terça parte; na velocidade que observamos o aumento o porte do potro, internamente
o ceco também não pára de aumentar e, sobretudo, a transformação do seu sistema gastrointestinal. A cada seis
meses uma passagem da era evolutiva se estabelece até que entre 24-30 meses você se depara com o Equus
Hipparion o ancestral do período plioceno (de cinco a 2milhões de anos atrás) – quando então as modificações
fisiológicas do jovem animal se tornam menos perceptíveis, marcando e definindo diferenciações refinadas
principalmente no sistema nervoso central, e daí para frente podemos evoluir com o Equus caballus na busca da
simbiose homem-cavalo representada pela equitação. E neste momento duas realidades impõem-se sobre a
alimentação do cavalo
1. Cavalos de competição necessitam de um aporte a mais em alimentação já que as atividades eqüestres —
condicionamento e treinamento — demandam esforços não programados pela sua biologia evolutiva.
2. Por estarmos num clima tropical não devemos descuidar um só dia em evitar que acúmulos de tecido
adiposo (gordura) se depositem sob a forma de reserva energética. Isso interfere na eficiência do sistema
termorregulador, impedindo que o animal elimine rapidamente o calor gerado pelo exercício fisco.
3. Só um alimento que troca quantidade por qualidade pode atender a esse impasse: é aí que entra a
gordura vegetal e suas qualidades energéticas.
Diante dessa fantástica viagem no tempo evolutivo fica bem mais compreensível refletirmos sobre zootécnicas
convencionais como:
1. O ponto estratégico de transformação energética eqüina é cada vez menos no estomago, ocorrendo uma
gradual troca pela cavidade oral, que pode ser considerada um pré-estômago se devidamente utilizada pela
prática da mastigação, e pelo ceco, a loja onde ocorre a simbiose com a flora microbiana.
2. Investir em concentrados no período de máximo desenvolvimento do potro é seguir um caminho inverso ao
evolutivo. O código transmitido pelo hábito alimentar será bioquimicamente compreendido pelo organismo se a
cada momento for fomentada a relação simbiótica entre volumoso e flora microbiana.
3. A musculação do cárdia (porção inicial do estômago) se fortalece, e a do piloro (parte final do
estomago), permanece frouxa na relação direta do desenvolvimento, acentua a identidade da passagem rápida do
alimento para o intestino grosso. Assim estabelece-se a estratégia zootécnica indiscutível: não fornecer
alimentos concentrados (grãos, farelos, etc) simultaneamente ao volumoso (capim) já que este é impulsionado
rapidamente para a câmera fermentativa do ceco, levando de roldão os grãos.
4. Se com cerca de quatro meses de amamentação o potro já define morfologicamente sua distribuição
glandular no estômago (que é apenas de 30%) e nesta idade consome cerca de dez a doze litros de leite por dia
em seis a oito mamadas, ou seja, menos de um litro e meio a cada mamada, o estômago começa a delimitar uma
ineficiência para digerir simultaneamente quantidades semelhantes a essa; é bom lembrar que um litro de
concentrado equivale em média a 800 g em peso.
5. É sabido que a gordura vegetal é a substância que menos estimula o movimento peristáltico, a
movimentação do estômago. Portanto, ao aumentar o seu tempo de permanecia no sistema digestivo aumenta também
o seu poder de aproveitamento. Além de ser o nutriente que mais concentra energia por volume fornecido.
Depoimentos
A revolução chega ao Jóquei Clube
“Para os cavalos que eu treino misturo 500 gramas de Farinha de Linhaça Integral por dia na ração de cada
animal. Depois de ter adotado esta dieta nunca mais tive problemas de úlceras e aftas nos cavalos; nunca mais
tive problemas com cólicas; meus cavalos melhoraram a massa muscular; o sinal mais evidente da saúde foi o
pelo mais brilhoso e fino. Outro sinal de saúde e bem estar é a calma durante os treinamentos que tem
influenciado diretamente nos resultados das pistas de corrida. As lesões também melhoraram bastante.”
--Marcos Ferreira é treinador do Jóquei Clube do Rio de Janeiro há mais de 15 anos.
Os bons resultados do treinador Marcos Ferreira levaram outros importantes centros de treinamento de cavalos
de corrida a adotarem Farinha de Linhaça Integral na fórmula alimentar – os Centros de Treinamento Alvarenga e
Santa Maria de Araras.
Desempenho na vanguarda alimentar
“Os 50 cavalos e éguas da nossa escola são muito queridos (quase todos nasceram aqui), vivem vida de cavalo
(pouco confinamento), mas trabalham bastante. Treinam e dão aulas de equitação, adestramento e salto
diariamente. Fazem longas trilhas e expedições frequentemente. Muitos fazem parte da nossa equipe de salto e
competem o ano todo. Por causa do nosso manejo extensivo, as cólicas e gastrites sempre foram raras por aqui.
Nosso problema veterinário sempre foi as lesões nos locomotores que afetam a todos os atletas. Entretanto, há
cinco anos começamos a incluir diariamente 300 g de Farinha de Linhaça Integral na alimentação de cada um dos
animais, e o número de manqueiras foi drasticamente reduzido. Hoje o percentual caiu para cerca de 1% e a
recuperação é muito mais rápida. Podemos debitar este sucesso ao uso da linhaça pois foi a única variável que
mudou no nosso manejo: os animais e suas rotinas são os mesmos. Só este seria um motivo para grande
satisfação. Mas, além disto, houve uma redução nos custos de alimentação e uma melhora no peso, na disposição
e no brilho do pelo da tropa. Nenhum outro suplemento alimentar teve resultado tão surpreendente nestes 20
anos que alimentamos nossos animais.”
--Mara Rink é coordenadora da Escola Desempenho de Equitação
Havane
"Havane é uma égua sela francesa de 11 anos que vinha sintomática para nutalia após qualquer esforço maior.
Tratávamos e dois meses depois testava positivo novamente. Resolvi mudar sua alimentação, introduzi Farinha de
Linhaça Integral diariamente e reduzi sua ração. Obtive ótimos resultados, principalmente em campeonatos,
quando Havane se mostrou bem disposta, apresentando excelente recuperação e desempenho nas pistas. Desde então
não testou mais positivo para nutaliose."
- Francisca Teixeira monta Havane conjunto campeão paulista de Master especial por equipe/ medalha de bronze
paulista Master especial.
Receita pão de linhaça (2 pães de forma)
4 xic farinha de linhaça integral
4 xic farinha de trigo integral
2 xic farinha de centeio integral
1 xic farinha de soja
1 colher sopa rasa sal
2 colher sopa semente linhaça (inteiras)
1 colher sopa rasa levedura cerveja
2 envelopes fermento biológico seco
1 litro água morna
2 colher de sopa de mel (opcional
Misturar bem os ingredientes secos e adicionar a água morna aos poucos misturando e batendo a massa em superfície lisa até que se solte bem da mesa e das mãos. Deixar a massa descansar por uns 40 minutos até dobrar de volume em ambiente levemente aquecido (uns 50º). Costumamos colocá-la em bacia coberta dentro de isopor grande tampado, com 1 litro de água fervendo dentro p/ manter a temperatura aquecida (ou no sol com pano úmido por cima). Bater novamente a massa, dividir em dois colocar as duas metades em duas formas (riscar com faca por cima) e deixar dobrar de volume novamente (no mesmo ambiente levemente aquecido). Levar ao forno médio por uma hora aproximadamente. Desenformar, deixar esfriar, embalar, congelar 1 pão e deixar o outro na geladeira para uso em prazo de 7 dias. Cortar em fatias bem finas na hora de comer. As fatias podem ser aquecidas em torradeira.
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