Comportamento da Freq��ncia Card�aca de Cavaleiros Montando Diferentes Cavalos

 

 

 

 

por

 

 

Ana Carolina Dias Kronemberger

 

 

Orientador

 

 

Prof. Walace Monteiro

 

 

 

 

 

Departamento de Educa��o F�sica

Universidade Gama Filho

 

 

 

 

Rio de Janeiro, dezembro de 2002


RESUMO

 

A literatura apresenta algumas investiga��es direcionadas ao estudo da demanda fisiol�gica na equita��o. No entanto, nesses estudos verifica-se que as respostas de freq��ncia card�aca (FC) s�o geralmente investigadas para um mesmo cavalo. Devido as diferentes caracter�sticas de personalidade e de condicionamento f�sico nos distintos cavalos, � poss�vel que as respostas da FC ao esfor�o possam se apresentar de forma diferenciada quando comparadas em diferentes animais para um mesmo cavaleiro. Portanto, o objetivo do presente estudo foi investigar as respostas de FC em cavaleiros montando cavalos em que est�o acostumados a montar e que n�o est�o. A amostra foi composta por seis cavaleiros, sendo uma do g�nero feminino e 5 do g�nero masculino, com idades entre 18 e 62 anos (32,817,7). Para inclus�o dos indiv�duos no estudo foi determinado um tempo m�nimo de dois anos de experi�ncia. Para comparar as respostas de FC, nos diferentes cavalos para o mesmo cavaleiro, foi utilizado o teste do Garanh�o Completo (Rink, 1993), adaptado, no qualfoi acompanhada apenas a primeira etapa do teste.A ordem de monitoriza��o dos cavaleiros nos distintos cavalos foi alternada, sendo realizada uma a cada dia.Para tanto, foi utilizado monitor de FC marca Polar Accurex Plus. O tratamento estat�stico para comparar a FC do cavaleiro nos distintos cavalos, em cada andamento, foi o teste t de student emprarelhado, sendo adotado um n�vel de signific�ncia de p<0,05. A partir da aplica��o do teste, n�o foram encontradas diferen�as significativas na FC do cavaleiro para os distintos animais montados em cada um dos andamentos isoladamente. Isso revela que, ao menos na amostras estudada, o fato do cavaleiro montar um animal conhecido ou desconhecido n�o afeta as respostas de FC durante o teste do garanh�o adaptado. Contudo, em fun��o das caracter�sticas amostrais do presente experimento, sugerimos a realiza��o de estudos futuros envolvendo amostras mais homog�neas, no que diz respeito a idade etempo de pr�tica na equita��o, al�m de um maior n�mero de sujeitos.

 

 

Palavras chaves: freq��ncia card�aca, equita��o, teste do garanh�o.
INTRODU��O

 

O n�vel de intensidade de treinamento que pode ser tolerado por um indiv�duo varia dependendo das condi��es do condicionamento f�sico e sa�de, bem como da idade, experi�ncia e habilidades gerais (Pollock, Wilmore, 1993; Wilmore, Costill, 1998). Em se tratando de atividades que envolvem habilidades, a t�cnica individual e a especificidade do movimento podem influenciar de forma marcante nas respostas fisiol�gicas ao esfor�o.

Existem diversas formas de quantificar a intensidade do esfor�o, entre elas podem ser citadas o consumo m�ximo de oxig�nio, o limiar anaer�bio e a freq��ncia card�aca (ACSM, 2000). Com certeza, a vari�vel mais pr�tica para mensurar o grau de esfor�oem atividades de maior dura��o � a FC. Ela tem se mostrado v�lida tanto em estudos envolvendo seres humanos quanto animais (Devienne, Guezennec 2000). Em rela��o a esse aspecto, desperta-nos especial interesse o comportamento da FC em equitadores.

A literatura apresenta algumas investiga��es direcionadas ao estudo da demanda fisiol�gica na equita��o (Westerling 1983; Trowbridge et al. 1995; Bojer et al. 1998). No estudo de Westerling (1983), por exemplo, foi demonstrado que o consumo de oxig�nio variava com diferentes andamentos, oscilando entre 40 a 80% do valor de pot�ncia aer�bia m�xima exibidos pelos cavaleiros. Em outro estudo digno de nota, Trowbridge et al. (1995) verificaram que a medida indireta da demanda energ�tica pela FC, evidenciou uma associa��o entre as respostas de FC e a pot�ncia aer�bia m�xima em j�queis.

Nos estudos supra-citados verificou-se que as respostas deFC foram investigadas para um mesmo cavalo. No entanto, devido as diferentes caracter�sticas de personalidade e de condicionamento f�sico nos diferentes cavalos, � poss�vel que as respostas fisiol�gicas ao esfor�o possam se apresentar de forma diferenciada quando comparadas em diferentes animais para um mesmo cavaleiro (Devienne, Guezennec 2000). Desta forma, o objetivo do presente estudo foi investigar as respostas de FC em cavaleiros montando cavalos em que est�o acostumados a montar e que n�o est�o.���

 

METODOLOGIA

 

Amostra

 

A amostra foi composta por 6 cavaleiros, sendo uma do g�nero feminino e 5 do g�nero masculino, com idades entre 18 e 62 anos (X= 32,817,7), estatura entre 167 cm e 178 cm (X= 172,64,4) e peso entre 62 e 84 kg (X= 71,57,5). Para inclus�o dos indiv�duos no estudo foi determinado um tempo m�nimo de 2 anos de experi�ncia.

Instrumental

 

Foram utilizados monitores marca Polar Accurex Plus (Kuopio, Finl�ndia), para medida da freq��ncia card�aca; balan�a Filizola modelo 31 (S�o Paulo, Brasil), para medida do peso corporal e antrop�metro Ghrum Polar Manufacture Instruments (Genebra, Su��a), para medida de estatura; cron�metro da marca Nike (Los Angeles, Estados Unidos); Programa STATISTICA for Windows vers�o 5.5, Statsoft Incorporation (Tulsa, Estados Unidos), utilizado para an�lise estat�stica dos dados.

Protocolo

 

Anteriormente � realiza��o dos testes, o cavaleiro foi monitorizado em situa��o de repouso, na qual o avaliado permaneceu 10 minutos na posi��o sentada, sendo registrada a menor FC obtida nesse intervalo de tempo. Tamb�m foram efetuadas medidas de peso corporal e estatura, para caracteriza��o antropom�trica dos indiv�duos estudados.��

Para evitar o efeito da seq��ncia dos testes na obten��o dos resultados, foi realizado um rod�zio, a partir do qual foi alternada a ordem de monitoriza��o dos cavalos para cada cavaleiro. Al�m disso, cada cavaleiro realizou o teste com um cavalo por dia. No segundo dia de testes, a monitoriza��o foi realizada na mesma hora do dia anterior. N�o foi permitido paraos cavaleiros, realizar exerc�cios f�sicos adicionais aos requeridos no teste. Para monitoriza��o da FC de esfor�o, o intervalo de mem�ria do monitor foi ajustado para 5 s, com objetivo de obter uma resposta discriminada durante os diferentes andamentos.

Para comparar as respostas de FC, nos diferentes cavalos para o mesmo cavaleiro, foi utilizado o teste do Garanh�o Completo (Rink, 1993), sendo utilizada uma adapta��o, na qualfoi acompanhada apenas a primeira etapa. Isso por que essa etapa utiliza diferentes ritmos de andamentos com diferentes n�veis de esfor�o, sendo bastante apropriada para acompanhamento das varia��es de FC em esfor�o. O conjunto tinha que dar uma volta em uma pista oval de 250 metros em um determinado tempo para cada andamento. Foram usados 4 andamentos de 5, devido ao perigo de queda que envolvias a pr�tica do quinto andamento. O nome dos andamentos, bem como os tempos destinados a conclus�o dos mesmos s�o descritos a seguir:

-         Passo estendido - abaixo de 2 minutos;

-         Marcha/trote reunida - acima de 2 minutos;

-         Marcha/trote estendido - abaixo de 50 segundos;

-         Galope reunido - acima de 60 segundos;

 

Tratamento estat�stico

 

Para verificar as diferen�as nas respostas de FC nos dois cavalos para cada andamento, foi utilizado o teste t de student emparelhado, adotando-se um n�vel de signific�ncia de p<0,05.

 

RESULTADOS

 

As respostas de FC foram comparadas em rela��o as FCs apresentadas nos 30 segundos finais de cada andamento, bem como durante todo o andamento (tabelas 1e 2). Em nenhuma das duas estrat�gias adotadas verificou-se diferen�as significativas (p<0,05) de FC entre os dois cavalos. Tal fato foi evidenciado em todas as quatro etapas estudadas. A tabela 3 apresenta os valores do teste t de student nas duas compara��es.

 

Tabela 1 - FC m�dia durante todo o

Andamento

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

����� Andamento 1

Andamento 2

Andamento 3

��� Andamento 4

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

��� C - 1

��� C - 2

��� C - 1

��� C - 2

��� C - 1

��� C - 2

��� C - 1

��� C - 2

 

 

 

 

 

 

 

 

 

M�dia

105,5

108,1

117,8

125

138,3

136,6

145,8

150,3

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Desvio padr�o

17,8

16,1

26,1

16,1

24

22

18,7

21,9

 

 

 

 

 

 

 

 

 

M�nimo

82,6

79,5

82,2

96,7

107,2

99

120,7

110,3

 

 

 

 

 

 

 

 

 

M�ximo

125,5

127,9

153,5

137,8

167

159,8

165,9

174,3

C � 1 = Cavalo 1; C � 2 = Cavalo 2

 

Tabela 2 - FC M�dia dos �ltimos 30 segundos

de cada andamento

 

 

����� Andamento 1

Andamento 2

Andamento 3

��� Andamento 4

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

��� C - 1

��� C - 2

��� C - 1

��� C - 2

��� C - 1

��� C - 2

��� C - 1

��� C - 2

 

 

 

 

 

 

 

 

 

M�dia

108,6

109,6

119,2

127

141,6

142,3

147,7

150,3

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Desvio padr�o

20,4

17,2

25,9

12,7

24,3

21,8

19,5

19,8

 

 

 

 

 

 

 

 

 

M�nimo

87

82,3

86,1

108,8

110,8

106,1

125,1

115,6

 

 

 

 

 

 

 

 

 

M�ximo

136,1

134,5

158,6

140,3

174,1

166,5

169

177,1

C � 1 = Cavalo 1; C � 2 = Cavalo 2

 

Tabela 3 - Compara��es das respostas de FC para os dois

cavalos em cada andamento (valores de p)

 

Compara��es

Andamento���������

1

2

3

4

FC m�dia��������

0,584

0,290

0,856

0,629

FC m�dia � 30s

0,883

0,346

0,940

0,806

FC m�dia = m�dia de FC em todo o andamento

FC m�dia 30 s = m�dia de FC nos �ltimos 30 segundos de cada andamento

 

 

DISCUSS�O

 

Diversos aspectos podem influenciar na validade externa dos resultados obtidos em uma investiga��o. Por isso, uma constante aten��o dos pesquisadores deve estar voltada � identifica��o de vieses que possam exercer efeitos indesej�veis na infer�ncia dos resultados. Embora existam diversas fontes de vieses (Sackett, 1979), entre as mais importantes destacam-se as relacionadas � sele��o amostral (Fletcher et al., 1996). No presente estudo, as idades dos volunt�rios variaram de 18 a 62 anos, o que pode ter exercido influ�ncia nas respostas de FC. Como bem determinado na literatura, as respostas de FC s�o reduzidas com o avan�ar da idade (McArdle et al., 1996; Powers, Howley, 2000). Al�m disso, o per�odo de experi�ncia com equita��o variou bastante nos volunt�rios. Apesar de ter sido determinado um m�nimo de dois anos de pr�tica para inclus�o dos indiv�duos no estudo, alguns volunt�rios possu�am mais de 20 anos de experi�ncia. Desta forma, n�o se sabe at� que ponto tal aspecto pode ter influenciado nas respostas de FC durante os distintos andamentos investigados. Em adi��o, o n�mero total de sujeitos tamb�m foi reduzido, o que pode ter afetado a pot�ncia do teste estat�stico utilizado.

Quando comparadas as respostas de FC, os dados do nosso experimento n�o mostraram diferen�as significativas quando comparados nos dois cavalos, fato observado para todos os andamentos (tabela 3). Isso sugereque, ao menos na amostra estudada, a adapta��o ao cavalo n�o desempenha um papel relevante nas respostas de FC. De qualquer forma, os dados aqui apresentados s�o preliminares, dificultando infer�ncias conclusivas a esse respeito.

Outro importante achado a ser destacado foi a tend�ncia de aumento da FC com o avan�ar do andamento. Tal fato foi observado independentemente do cavalo montado. Isso foi exibido, tanto para as respostas expressas em fun��o da m�dia total e para os �ltimos 30 segundos para cada andamentos (tabelas 1 e 2). Independentemente de montar um cavalo em que se est� acostumado, o esfor�o tende a ser progressivo com a evolu��o do andamento. Apesar dos dados de freq��ncia card�aca na equita��o n�o estarem associados apenas ao grau de esfor�o imposto pela atividade aer�bia, dados recentes demonstraram que o consumo de oxig�nio do cavaleiro aumenta com a evolu��o do andamento, podendo ultrapassar 75% do VO2 m�x. (Devienne, Guezennec, 2000).

� importante destacar a relev�ncia da capacidade cardiorrespirat�ria para uma boa performance, tanto para os que montam por lazer quanto para os profissionais. Ali�s, isso j� foi demonstrado na literatura. Em investiga��o recente, Borjer et al (1998) apontaram que tanto a capacidade cardiorrespirat�ria quanto a for�a muscular � mais aprimorada em indiv�duos com maior n�vel t�cnico, quando comparados aos iniciantes. A partir desses dados, pode-se aconselhar a realiza��o de treinamento aer�bio, pelo menos tr�s vezes por semana, dentro de uma intensidade que oscile entre 60 a 90% do VO2m�x (ACSM, 2000). Para aumentar a especificidade do trabalho, j� que o consumo de oxig�nio pode ultrapassar 75% do seu m�ximo na atividade espec�fica de equita��o (Devienne, Guezennec, 2000), aconselha-se que o n�mero de horas montadas seja aumentada com o prop�sito de melhorar a atividade aer�bia espec�fica dos cavaleiros.

Devido a pequena quantidade de estudos realizados na equita��o, os dados existentes na literatura ainda n�o permitem realizar infer�ncias consistentes acerca das respostas fisiol�gicas obtidas neste esporte. Tal aspecto se faz ainda mais ausente em se tratando de estudos voltados para cavaleiros iniciantes e recreacionais. Desta forma, os dados do presente estudo, apesar de apresentar algumas limita��es importantes, podem ser �teis para um melhor entendimento da equita��o em n�o profissionais.

 

CONCLUS�ES E RECOMENDA��ES

 

����������� Diante dos dados encontrados no presente estudo, foi poss�vel concluir que a freq��ncia card�aca n�o difere de forma significativa em resposta a montaria de cavalos em que os cavaleiros est�o acostumados a trabalhar, daqueles que n�o est�o. Contudo, em fun��o das limita��es que nortearam a investiga��o, sugerimos a realiza��o de estudos futuros envolvendo amostras mais homog�neas, no que diz respeito a idade e tempo de pr�tica na equita��o. Al�m disso, aconselha-se a realiza��o de testes de laborat�rio, o que favoreceria o cruzamento de algumas respostas cardiorrespirat�rias com situa��es de campo.������

 

REFER�NCIAS BIBLIOGR�FICAS

 

1.      Westerling D (1983) A study of physical demands in riding. Eur J Appl Physiol 50: 373-382

 

2.      Trowbridge EA, Cotterill JV, Crofts CE. The physical demands of riding in national hunt races. Eur J Appl Physiol 1995:70: 66-69

 

3.      Bojer M, L�tzerich H, Trunz E. A fitness-check for riders in consideration of a functional anatomy analysis of riding [Abstract]. J Sports Med 1998:19: 56

 

4.      Devienne MF, Guezennec CY. Energy expenditure of horse riding. Eur Appl Physiol 2000:82: 499-503

 

5.      Rink B. Teste do garanh�o completo. Plantel 1993:7:61-65

 

6.      Pollock ML, Wilmore JH. Exerc�cios na sa�de e na doen�a. Avalia��o e prescri��o para preven��o e reabilita��o. 2a edi��o. Rio de Janeiro: Medsi, 1993.

 

7.      Wilmore JH, Costill DL. Physiology of Sport and Exercise. Champaign: Human Kinetics, 1998.

 

8.      American College of Sports Medicine. Guidelines for exercise testing and prescription. 6th edition. Philadelphia: Willians & Wilkins, 2000.

 

 

9.      Fletcher RH, Fletcher SW, Wagner EH. Epidemiologia cl�nica � Elementos essenciais. 3a edi��o. Porto Alegre: Artes M�dicas, 1996.

 

10. Zar JH. Bioestatistical analysis. 4a edition. New York: Prentice Hall, 1999


Anexo 1 � Ficha de coleta de dados

 

Nome :____________________________Data nasc.: __/__/__Idade:____ anos

Peso:______ kg���� Estatura:______ cm���� FC repouso:_____ bpm���� Sexo:______

Experi�ncia:_______ anos������� Per�odo da coleta de dados: (�� ) manh��� (�� ) tarde

Nome cavalo:_____________�� Classifica��o:(�� ) conhecido���� (�� ) desconhecido

 

������������ �������������������������������������������������Tempos

Andamento

Inicial

Teste

Total

Passo estendido

 

 

 

Marcha/trote reunida

 

 

 

Marcha/trote estendida

 

 

 

Galope reunido/C�nter

 

 

 

 

 

Observa��es: ______________________________________________________

 

__________________________________________________________________

 

__________________________________________________________________

 

__________________________________________________________________

 

 


 

Anexo 2 � Dados brutos: FCs coletadas

 

Sujeito 1 (C1)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Peso: 70,7 Kg

Estatura: 1,71 m

FC repouso: 72 bpm

 

 

 

 

 

 

 

 

Tempo

PA

MR

MA

GR

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0:00:00

101

138

136

149

 

 

0:00:05

105

142

142

154

 

 

0:00:10

108

145

150

159

 

 

0:00:15

109

150

157

164

 

 

0:00:20

113

152

165

168

 

 

0:00:25

113

154

171

170

 

 

0:00:30

120

155

175

171

 

 

0:00:35

122

153

177

174

 

 

0:00:40

125

147

175

170

 

 

0:00:45

122

148

173

166

 

 

0:00:50

124

154

173

163

 

 

0:00:55

118

153

173

 

 

 

0:01:00

122

155

174

 

 

 

0:01:05

128

157

 

 

 

 

0:01:10

132

158

 

 

 

 

0:01:15

133

157

 

 

 

 

0:01:20

133

159

 

 

 

 

0:01:25

134

159

 

 

 

 

0:01:30

135

159

 

 

 

 

0:01:35

134

160

 

 

 

 

0:01:40

137

 

 

 

 

 

0:01:45

135

 

 

 

 

 

0:01:50

137

 

 

 

 

 

0:01:55

137

 

 

 

 

 

0:02:00

137

 

 

 

 

 

 

 

 

C1 = Cavalo 1

C2 = Cavalo 2

 


 

Sujeito 1 (C2)

 

 

 

 

Tempo

PA

MR

MA

GR

 

 

 

 

 

0:00:00

114

106

126

135

0:00:05

112

111

131

142

0:00:10

116

115

131

148

0:00:15

117

121

141

149

0:00:20

121

131

142

149

0:00:25

122

139

145

148

0:00:30

123

140

146

153

0:00:35

129

139

149

146

0:00:40

128

139

149

143

0:00:45

130

141

149

150

0:00:50

132

139

150

155

0:00:55

130

139

155

156

0:01:00

128

140

 

 

0:01:05

130

141

 

 

0:01:10

124

139

 

 

0:01:15

126

140

 

 

0:01:20

129

141

 

 

0:01:25

130

142

 

 

0:01:30

130

139

 

 

0:01:35

131

140

 

 

0:01:40

132

 

 

 

0:01:45

134

 

 

 

0:01:50

131

 

 

 

0:01:55

135

 

 

 

0:02:00

139

 

 

 

0:02:05

135

 

 

 

0:02:10

133

 

 

 

 


 

Sujeito 2(C1)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Peso: 68,6 Kg

Estatura: 1,67 m

FC repouso: 60 bpm

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tempo

PA

MR

MA

GR

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0:00:00

75

79

95

151

 

 

0:00:05

77

79

100

153

 

 

0:00:10

75

79

104

153

 

 

0:00:15

75

78

108

103

 

 

0:00:20

74

77

110

103

 

 

0:00:25

75

77

110

103

 

 

0:00:30

78

78

110

103

 

 

0:00:35

80

77

111

103

 

 

0:00:40

81

79

111

103

 

 

0:00:45

84

78

113

103

 

 

0:00:50

85

80

 

120

 

 

0:00:55

85

82

 

116

 

 

0:01:00

84

83

 

121

 

 

0:01:05

85

83

 

123

 

 

0:01:10

86

83

 

124

 

 

0:01:15

86

85

 

128

 

 

0:01:20

86

85

 

131

 

 

0:01:25

86

87

 

133

 

 

0:01:30

87

86

 

 

 

 

0:01:35

87

80

 

 

 

 

0:01:40

87

86

 

 

 

 

0:01:45

88

85

 

 

 

 

0:01:50

87

85

 

 

 

 

0:01:55

87

85

 

 

 

 

0:02:00

86

86

 

 

 

 

0:02:05

 

87

 

 

 

 

0:02:10

 

87

 

 

 

 

0:02:15

 

87

 

 

 

 

 


 

 

Sujeito 2(C2)

 

 

 

 

 

 

 

Tempo

PA

MR

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Sujeito 3 (C1)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Peso: 62,0 Kg

Estatura: 1,71 m

FC repouso: 78 bpm

 

 

 

 

 

 

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Sujeito 3 (C2)

 

 

 

 

 

 

 

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Sujeito 4 (C1)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Peso: 68,1 Kg

Estatura: 1,71 m

FC repouso: 68 bpm

 

 

 

 

 

 

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Sujeito 4 (C2)

 

 

 

 

 

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Sujeito 5(C1)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Peso: 84 Kg

Estatura: 1,78 m

FC repouso: 63 bpm

 

 

 

 

 

 

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Sujeito 5 (C2)

 

 

 

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Sujeito 6 (C1)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Peso: 75,6 Kg

Estatura: 1,78 m

FC repouso: 59 bpm

 

 

 

 

 

 

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Sujeito 6 (C2)

 

 

 

 

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